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Mostrando postagens de abril, 2015

APERTEM OS CINTOS, O CAIXA ELETRÔNICO SUMIU.

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🚁 O Assalto Fantasma e o Cerco ao Espaço Sideral A missão era clara, mas a visão... nem tanto. Pereira 67 e Ricardo Pocotó (ambos FICTÍCIO) foram escalados para a missão mais estratégica do município: vigiar O único caixa eletrônico da cidade. Era como proteger o Santo Graal, só que com cheiro de notas de vinte e tela de fósforo verde. A Vigília dos Justos Durante seis meses, a dupla foi o terror da criminalidade invisível. Pereira, com o peito estufado e o olhar de águia (com catarata, talvez?), passava as madrugadas em pé, colado no vidro da cabine. Ele encarava o caixa, e o caixa... bem, o caixa não dizia nada. Eles variavam o horário, faziam base, tomavam café e olhavam para o equipamento com o carinho de quem vigia um filho dormindo. O Grande Insight (ou "O Despertar do Vácuo") Numa madrugada especialmente gelada, Pereira resolveu limpar o embaçado do vidro para dar um "bom dia" ao terminal. Foi quando o sangue gelou: O CAIXA TINHA SUMIDO. O desespero tomou c...

O Banquete Maldito: A Odisseia de Ricardo Pocotó

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O Banquete Maldito: A Odisseia de Ricardo Pocotó Ricardo Pocotó (FICTÍCIO) era um espécime raro da natureza: o famoso "Gordinho Fit" . Ele tinha o bíceps de quem puxa ferro, mas a vontade de comer de quem puxa um trio elétrico sozinho. Estava lá ele, desfilando sua silhueta de "tonel definido" pelo bairro, quando seus olhos captaram um brilho celestial vindo de uma esquina. O Miragem do Open Bar Lá estava ele. Um banquete digno de um rei (ou de uma entidade muito exigente). Pocotó parou. Olhou para a esquerda: deserto. Olhou para a direita: um gato vira-lata o encarava com julgamento. "É o destino!", pensou ele. "O universo finalmente reconheceu meu valor e montou um VIP Lounge para mim!" Esquecendo completamente que estava na luta contra o copo, Pocotó ignorou o "anjo do bom senso" no ombro e deu ouvidos ao "demônio da sede". Ele não deu um gole; ele deu um mergulho . Parecia um náufrago encontrando um oásis de caninha da boa...

RUBBER-MAN

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🎬 O Épico de Cocão: Entre a Culpa, o Sono e a Carteira Vazia Ato I: O Marketing é a Alma do Negócio Cocão, J. Alves (FICTÍCIO) sempre foi um poeta do gogó. No churrasco, ele era o "Mestre das Mil Noites", o "Encantador de Serpentes". Tanto falou que uma jovem aventureira resolveu pagar para ver o show. O desafio foi lançado: "Ou você mostra o que diz que tem, ou vira lenda de vez." Cocão, suando frio, partiu para o combate. Nas preliminares, ele era um fenômeno! A língua trabalhava como um limpador de para-brisa em dia de tempestade tropical. O público (ela) estava aplaudindo de pé! Ato II: O Efeito Chicote Mas, no momento do "Vamo Ver", a consciência de Cocão resolveu dar as caras. No meio do rala-e-rola, apareceu um holograma mental da esposa segurando um boleto e do filho pedindo um lanche. Foi um desastre termodinâmico. A "Excalibur" do Cocão, que estava pronta para a glória, sofreu uma descompressão instantânea. De aço, virou chic...