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Mostrando postagens de maio, 2015

ESSA É PIKA !

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O CASO DO "CALIBRE DESCONHECIDO" Era uma manhã ensolarada e a dupla dinâmica, Ricardo Pocotó e Pereira 67 (AMBOS FICTÍCIO) , estava com mais vontade de trabalhar do que estagiário em primeiro dia de firma. Ao dobrarem a esquina, avistaram um rapaz cercado por estudantes. Quando as meninas viram a viatura, deram um pique de Usain Bolt e sumiram. — "Ih, Pereira! Olha o elemento! As novinhas fugiram, deve estar armado até os dentes!" — alertou Pocotó, já com a mão no coldre. Ao descerem, o alvo estava lá, estático, com um volume na cintura que parecia um silenciador de bazuca. Pocotó, mestre na arte da revista, deslizou a mão com a sutileza de um rinoceronte. — "PEREIRA, ACHEI! É UMA CANHÃO! O CARA TÁ COM UMA PONTO 50 NA CINTURA!" — "Senhor, pelo amor de Deus, eu não tenho arma!" — gritava o rapaz, que já estava mudando de cor. Pocotó agarrou o "armamento" com as duas mãos e começou a puxar. Mas a arma parecia ter vida própria. Ele puxav...

UM MORTO VIVO CHAMADO LUCAS

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O Milagre (ou Pesadelo) do Fred Zoinho Fred Zoinho, o policial mais "caveira" da região, estava lá: farda passada, postura de estátua e a paciência de um monge tibetano. Diante dele, um corpo à beira da estrada. Fred, eficiente como um relógio suíço, já tinha acionado a perícia, o rabecão e até o espírito santo, se fosse necessário. Tudo ia bem, até que surge a figura: Seu Tião . Seu Tião não caminhava, ele flutuava num rastro de cachaça que poderia ser detectado por satélite. Ele se aproximou do corpo com o equilíbrio de uma gelatina num terremoto. — Deixa eu ver... é meu filho! É o Lucas! — gritou o velho, desabando em lágrimas que eram 70% álcool etílico. Fred, mantendo a postura operacional, perguntou com aquela voz de locutor de rádio: — O senhor tem certeza, cidadão? — Tenho! Mas pera... deixa eu ver o pé dele. Fred levantou o lençol só na altura do chulé. Seu Tião olhou para os dedos do falecido como se estivesse analisando uma obra de arte no Louvre. — Óh meu Deu...