O CASO DO "CALIBRE DESCONHECIDO" Era uma manhã ensolarada e a dupla dinâmica, Ricardo Pocotó e Pereira 67 (AMBOS FICTÍCIO) , estava com mais vontade de trabalhar do que estagiário em primeiro dia de firma. Ao dobrarem a esquina, avistaram um rapaz cercado por estudantes. Quando as meninas viram a viatura, deram um pique de Usain Bolt e sumiram. — "Ih, Pereira! Olha o elemento! As novinhas fugiram, deve estar armado até os dentes!" — alertou Pocotó, já com a mão no coldre. Ao descerem, o alvo estava lá, estático, com um volume na cintura que parecia um silenciador de bazuca. Pocotó, mestre na arte da revista, deslizou a mão com a sutileza de um rinoceronte. — "PEREIRA, ACHEI! É UMA CANHÃO! O CARA TÁ COM UMA PONTO 50 NA CINTURA!" — "Senhor, pelo amor de Deus, eu não tenho arma!" — gritava o rapaz, que já estava mudando de cor. Pocotó agarrou o "armamento" com as duas mãos e começou a puxar. Mas a arma parecia ter vida própria. Ele puxav...
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