A Odisséia de Ricardo Pocotó: O Caçador do deserto. Ricardo Pocotó (FICTÍCIO) resolveu que a Terra Distante era pequena demais para o seu brilho. Queria ser o "Xerife do Atacama". Mal sabia ele que o deserto guarda segredos, e o maior deles era a sua total falta de noção. O Achado Estratégico Pocotó estava patrulhando quando avistou algo entre as dunas. Não era uma miragem. Era uma ossada, provavelmente de uma pessoa que estava desaparecida a uma semana. Em vez de isolar a área, Pocotó pensou: "Se eu chamar a perícia, os caras demoram, o sol se põe e eu perco o 'JN'. Vou agilizar o processo." No Método "Pocotó" de Logística, Sem luvas, sem saco cadavérico, mas com muita "proatividade", ele catou os restos mortais como quem recolhe latinha em final de bloco de Carnaval. Jogou tudo no porta-malas do carro da corporação, junto com o pneu estepe e um fardo de água mineral. Antes de ir para a delegacia, ligou para a TV local: — ...
O CASO DO "CALIBRE DESCONHECIDO" Era uma manhã ensolarada e a dupla dinâmica, Ricardo Pocotó e Pereira 67 (AMBOS FICTÍCIO) , estava com mais vontade de trabalhar do que estagiário em primeiro dia de firma. Ao dobrarem a esquina, avistaram um rapaz cercado por estudantes. Quando as meninas viram a viatura, deram um pique de Usain Bolt e sumiram. — "Ih, Pereira! Olha o elemento! As novinhas fugiram, deve estar armado até os dentes!" — alertou Pocotó, já com a mão no coldre. Ao descerem, o alvo estava lá, estático, com um volume na cintura que parecia um silenciador de bazuca. Pocotó, mestre na arte da revista, deslizou a mão com a sutileza de um rinoceronte. — "PEREIRA, ACHEI! É UMA CANHÃO! O CARA TÁ COM UMA PONTO 50 NA CINTURA!" — "Senhor, pelo amor de Deus, eu não tenho arma!" — gritava o rapaz, que já estava mudando de cor. Pocotó agarrou o "armamento" com as duas mãos e começou a puxar. Mas a arma parecia ter vida própria. Ele puxav...
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