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O Enigma de Marques 67(FICTÍCIO): O Leão de Papel.

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O Enigma de Marques 67(FICTÍCIO): O Leão de Papel.     Conheçam o Marques 67 . No cotidiano, um sujeito boa-praça, mestre da piada ruim e dono de um carisma contagiante. Porém, basta colocar a farda do serviço que ocorre uma metamorfose digna de filme de terror: ele vira o ser mais brabo da face da Terra. Se o Hulk usasse farda, pediria licença para o Marques passar. O Duelo contra o Apocalipse    Mas essa marra toda tem prazo de validade e CEP específico: fora de casa. No lar, o clima é... digamos, "diferenciado". Para ilustrar o nível da tensão, vou lhes narrar uma epopeia que aconteceu num dia em que a natureza decidiu acabar com o mundo.    Caía uma tempestade bíblica. Raios cortavam o céu, e o vento soprava com a força de dez furacões furiosos. No meio desse cenário de fim de mundo, quem surge? O nosso intrépido Marques. Ele estava em cima de uma bicicleta aro 26, encarando o dilúvio para buscar o dinheiro de um "bico" que havia feito. A Chegada do Esp...

O Mistério do Mourão que Criou Pernas

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O Mistério do Mourão que Criou Pernas A noite na Terra Distante estava tão escura que nem pensamento ruim clareava o caminho. No posto de sentinela, encontrava-se Chagas Lacraia (FICTÍCIO) , o homem que não possui massa muscular, possui apenas intenções e um CPF. Chagas é tão magro que, se ele usar uma camisa com listras verticais, ele desaparece; se usar horizontais, vira uma escada. O Incidente Lá vinha a viatura, sacolejando no barro. O Graduado de dia, um sargento com o coração já castigado por anos de rancho e estresse, olhou para a cerca. De repente, o grito: — PARA A VTR! PELO AMOR DE DEUS, O MOURÃO TÁ SE DESPRENDENDO! O que o sargento viu foi o impossível: um dos postes da cerca de arame farpado resolveu que estava cansado de segurar o gado e decidiu dar um passeio. Chagas, com sua postura de estátua grega (versão palito de dente), percebeu a aproximação e, por pura educação militar, resolveu "dar caminho". O problema é que, no escuro, o movimento de Chag...

O DIA EM QUE O HULK VIROU SMURF

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O DIA EM QUE O HULK VIROU SMURF. O nosso Hulk Afro-Descendente Joderlan (FICTÍCIO)  sempre foi o orgulho da vizinhança. O cara não caminhava, ele fazia o asfalto pedir desculpas. Mas o tempo, esse mecânico implacável que não aceita suborno, resolveu cobrar a conta. O drama começou quando ele cruzou com uma "Relíquia 2.0" : uma máquina com 20 anos de estrada, mas com o polimento em dia e uma compressão que faria um caminhão bitrem passar vergonha. O Hulk, sentindo que seu motor 1.0 estava batendo pino e fumando mais que Maria Fumaça ladeira acima, entrou em pânico. A Visita ao "Mecânico" de Plantão Em vez de uma retífica honesta ou uma troca de óleo, ele foi direto na "oficina de conveniência" (vulgo farmácia) e pediu o famoso Nitrogênio Azul . ·         O erro estratégico: Ele não tomou um comprimido. Ele tratou a cartela como se fosse M&M's. O Efeito "Avatar" A reação química foi instantânea. O Hulk, que era puro ébano rel...

Isso é TERRORISMO!!

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     Polo da Volkswagem ou Foguete da SpaceX ? Francisco, o Chico, não tinha um carro. Ele tinha um relacionamento sério com um Polo preto que, de tão básico, o único luxo era o cheiro de lavanda que ele borrifava a cada 15 minutos. O carro era o terceiro elemento do casamento: a esposa de Chico já aceitava que, no testamento, ela ficaria com a casa, mas a custódia do Polo seria enterrada com o marido. Chico era o tipo de sujeito que, se visse uma nuvem no céu com cara de chuva, pedia folga no trabalho. Ir de carro para a balada? Nem pensar. Ele preferia o bafo de 40 pessoas num ônibus lotado a deixar seu "brinquedo" exposto ao olhar maligno de um flanelinha ou à radiação solar. O Dia do "CHOOOOOOOQUE" O pátio da unidade era o santuário. O único lugar na Terra onde Chico relaxava o esfíncter e confiava na segurança institucional. Mas ele não contava com o Asp Márcio , um homem que não tinha sangue nas veias, tinha pólvora, e cujo passatempo favorito era testar o li...

ESSA É PIKA !

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O CASO DO "CALIBRE DESCONHECIDO" Era uma manhã ensolarada e a dupla dinâmica, Ricardo Pocotó e Pereira 67 (AMBOS FICTÍCIO) , estava com mais vontade de trabalhar do que estagiário em primeiro dia de firma. Ao dobrarem a esquina, avistaram um rapaz cercado por estudantes. Quando as meninas viram a viatura, deram um pique de Usain Bolt e sumiram. — "Ih, Pereira! Olha o elemento! As novinhas fugiram, deve estar armado até os dentes!" — alertou Pocotó, já com a mão no coldre. Ao descerem, o alvo estava lá, estático, com um volume na cintura que parecia um silenciador de bazuca. Pocotó, mestre na arte da revista, deslizou a mão com a sutileza de um rinoceronte. — "PEREIRA, ACHEI! É UMA CANHÃO! O CARA TÁ COM UMA PONTO 50 NA CINTURA!" — "Senhor, pelo amor de Deus, eu não tenho arma!" — gritava o rapaz, que já estava mudando de cor. Pocotó agarrou o "armamento" com as duas mãos e começou a puxar. Mas a arma parecia ter vida própria. Ele puxav...

UM MORTO VIVO CHAMADO LUCAS

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O Milagre (ou Pesadelo) do Fred Zoinho Fred Zoinho, o policial mais "caveira" da região, estava lá: farda passada, postura de estátua e a paciência de um monge tibetano. Diante dele, um corpo à beira da estrada. Fred, eficiente como um relógio suíço, já tinha acionado a perícia, o rabecão e até o espírito santo, se fosse necessário. Tudo ia bem, até que surge a figura: Seu Tião . Seu Tião não caminhava, ele flutuava num rastro de cachaça que poderia ser detectado por satélite. Ele se aproximou do corpo com o equilíbrio de uma gelatina num terremoto. — Deixa eu ver... é meu filho! É o Lucas! — gritou o velho, desabando em lágrimas que eram 70% álcool etílico. Fred, mantendo a postura operacional, perguntou com aquela voz de locutor de rádio: — O senhor tem certeza, cidadão? — Tenho! Mas pera... deixa eu ver o pé dele. Fred levantou o lençol só na altura do chulé. Seu Tião olhou para os dedos do falecido como se estivesse analisando uma obra de arte no Louvre. — Óh meu Deu...

APERTEM OS CINTOS, O CAIXA ELETRÔNICO SUMIU.

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🚁 O Assalto Fantasma e o Cerco ao Espaço Sideral A missão era clara, mas a visão... nem tanto. Pereira 67 e Ricardo Pocotó (ambos FICTÍCIO) foram escalados para a missão mais estratégica do município: vigiar O único caixa eletrônico da cidade. Era como proteger o Santo Graal, só que com cheiro de notas de vinte e tela de fósforo verde. A Vigília dos Justos Durante seis meses, a dupla foi o terror da criminalidade invisível. Pereira, com o peito estufado e o olhar de águia (com catarata, talvez?), passava as madrugadas em pé, colado no vidro da cabine. Ele encarava o caixa, e o caixa... bem, o caixa não dizia nada. Eles variavam o horário, faziam base, tomavam café e olhavam para o equipamento com o carinho de quem vigia um filho dormindo. O Grande Insight (ou "O Despertar do Vácuo") Numa madrugada especialmente gelada, Pereira resolveu limpar o embaçado do vidro para dar um "bom dia" ao terminal. Foi quando o sangue gelou: O CAIXA TINHA SUMIDO. O desespero tomou c...