
A Ascensão e a Queda de A. Cruz no High Society
A. Cruz (FICTÍCIO) não apenas entrou no clube VIP;
ele invadiu o ecossistema da alta sociedade com seu corpo estilo Bob Esponja:
ombros retos, cintura inexistente e uma sunga que lutava bravamente para manter
a dignidade geográfica. Ele estava em todos os lugares. Jogou tênis, golfe e
peteca (sim, ele levou peteca para um clube de golfe) com a energia de quem
acabou de ganhar na Mega-Sena.
Enquanto o Edu Guedes grelhava lagostas
banhadas em manteiga de trufas, nosso querido Cruz as devorava como se fossem
espetinhos de gato na rodoviária. Ele misturava Dry Martinis com uma
desenvoltura que faria o James Bond parecer um amador. Ele era o rei. Ele era a
capa da revista "OS CARAS".
O Incidente Diplomático no Trono de Ouro
Mas o destino é cruel. A mistura de frutos do mar
exóticos com coquetéis de cores neon gerou uma "revolução industrial"
no abdômen quadrado de Cruz. Ele correu para o banheiro.
O lugar era tão luxuoso que ele quase pediu o
cardápio para o vaso sanitário. Registros folhados a ouro, sensores que liam
sua alma e um ar comprimido para secar as mãos que quase o levitou. Mas o
instinto de sobrevivência do subúrbio falou mais alto: ele forrou o assento.
Ele criou uma verdadeira obra de engenharia com camadas de papel folha tripla
perfumado com essência de lavanda francesa.
O Desfile da Noiva de Celulose
O erro foi a pressa. Sob o efeito dos 14 tipos de
gins diferentes, Cruz subiu a sunga com a força de um guindaste. Ele não
percebeu que uma "língua" de papel higiênico de aproximadamente dois
metros e meio ficou presa no elástico traseiro.
Ao sair
do banheiro, ele não era mais um simples mortal. Ele era uma cometa.Quando
ele cruzou o salão principal, a cauda branca flutuava majestosamente atrás
dele, varrendo o chão de mármore italiano. As madames engasgaram com o
champanhe. Os garçons deixaram cair as bandejas. As pessoas começaram a apontar e gritar: "Ei!
Atrás de você!". E o que o Cruz fez? Com a alma lavada e a bebedeira
no ápice, ele achou que era o clímax da sua popularidade.
Ele começou a distribuir tchauzinhos de Miss
Universo. Fazia sinal de "paz e amor". Mandava beijos para os sócios
do clube, enquanto a cauda de papel higiênico dava um "looping" no ar
a cada passo saltitante que ele dava em direção à piscina.
O Ostracismo no "Terra Distante"
O choque de realidade veio quando ele tentou dar um
mergulho e a "cauda" começou a boiar, bloqueando o filtro de uma
piscina de 2 milhões de reais.
Hoje, A.
Cruz é persona non grata em qualquer lugar que tenha talheres de prata. Seu único
refúgio é o clube TERRA DISTANTE, onde o único critério para entrar é
ter o corpo quadrado e não se importar se o papel higiênico for de folha
simples e lixa 40.
Nenhum comentário:
Postar um comentário