O Mistério do Mourão que Criou Pernas Isso é TERRORISMO!!

sábado, 29 de novembro de 2014

QUE SACO !



A Lenda do Pocotó e a Porta Giratória

Apresento-lhes a lenda: meu grande amigo Ricardo Pocotó. Um gordinho que é pura simpatia, o rei da resenha, mas que carrega consigo um... digamos... fardo anatômico de proporções épicas que o limita um bocado.

Certo dia, o homem precisava cumprir seu papel de brasileiro e foi ao banco pagar um daqueles carnês atrasados. A tragédia começou logo na entrada. A porta giratória — a arqui-inimiga da humanidade — cismou com ele. Travou geral! A luz vermelha piscou, o alarme berrou.

Pocotó, na maior paciência do mundo, chamou o vigilante no cantinho: — Chefe, o negócio é o seguinte: tô armado. É só a minha arma.

Rapaz, mas não teve acordo! Depois de meia hora de ladainha, nem com reza braba, decreto papal ou choro o gerente liberou a entrada do homem com o trabuco.

Como o juros do boleto tava correndo solto, ele não teve escolha. Fez o retorno, correu na casa de um parceiro ali perto, deixou a arma debaixo do colchão do amigo e voltou para o campo de batalha.

Desarmado, puro, limpo de todo e qualquer metal. Foi entrar e... TRAVOU DE NOVO! A porta apitava como se ele fosse o próprio Homem de Ferro.

Foram DUAS HORAS de negociação intensa. O vigilante suava, o gerente não arredava o pé de dentro da agência, e o Pocotó já tava com a paciência além do limite do cheque especial. Tomado pela fúria incontrolável de quem só queria pagar uma conta, ele chutou o balde!

No meio da agência lotada, começou a arrancar a roupa ali mesmo para provar sua inocência. Tira o cinto, tira a camisa e, quando ele abaixou a calça... meus amigos... o peso da gravidade cobrou seu preço.

Seu saco escrotal colossal simplesmente DESPENCOU! E bateu no chão de mármore da agência com um estrondo surdo: PLACT!

Foi um escândalo bíblico! Senhorinhas começaram a se benzer, o rapaz do caixa paralisou, um silêncio sepulcral tomou conta do banco. E o vigilante? O vigilante, com os olhos marejados de pura comoção (e talvez um pouco de terror), gentilmente pegou Pocotó pelo braço e o escoltou direto, sem escalas, para o guichê de deficientes, para que aquele herói guerreiro fosse atendido o mais rápido possível.

E foi assim que, na TERRA DISTANTE, a expressão "QUE SACO!" ganhou um peso... inestimável!




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