Postagens

SALVAMENTO FIDELENSE

Imagem
🌊 O Contra-Ataque do Gianiccine Fidelense Lá ia Rodrigues 67 (FICTÍCIO), o Gianiccine de São Fidélis , trocando o frescor das cachoeiras pelo calor escaldante do litoral. Ao dar de cara com o Oceano Atlântico, ele travou. Olhou para aquela imensidão e soltou a primeira pérola: — “Gente, mas que raio de Rio Paraíba é esse que não termina nunca? Alargaram a margem ou eu bebi demais no caminho?” Como um estrategista nato, ele não mergulhou de cara. Sentou-se na areia, ajeitou o calção e ficou observando a fauna local. Foi quando seus olhos brilharam ao ver a "coreografia" dos guarda-vidas. O Grande Equívoco Ele via os rapazes musculosos, bronzeados e heróicos correndo para o mar. Eles traziam banhistas exaustos e, na areia, inclinavam-se sobre eles para o que Rodrigues interpretou como o Ápice do Romance Praiano : a respiração boca-a-boca. Para Rodrigues, aquilo não era primeiros socorros. Era um atendimento VIP com direito a beijo de cinema . "Uai" , pensou ele, ...

HOBBIES NOTURNOS

Imagem
O Ciclista do Apocalipse Operacional: A Saga de Alves Cocão Existem pessoas que pedalam para perder peso, outras para salvar o planeta. J. Alves Cocão (FICTÍCIO) pedala para testar os batimentos cardíacos da corporação . O sujeito, que já tem um passado que nem o Google Maps consegue rastrear direito, resolveu adotar um hobby exótico: o "Triatlo da Abordagem" . A modalidade consiste em: pedalar, fugir e ser revistado. O Ritual da Meia-Noite Quando o relógio bate as doze badaladas, Cocão não vira abóbora; ele vira elemento suspeito . Ele se veste com o kit "Procurado nº 1": Um short bem curto. Capuz ajustado até o nariz (estilo Assassin's Creed da quebrada). E uma bicicleta que, no escuro, parece estar fugindo de três assaltos simultâneos. A Isca e o Anzol O Cocão não apenas pedala; ele caça viaturas. Quando avista o giroflex, o instinto de ator da Globo desperta. Ele não continua o trajeto normalmente (isso seria sem graça). Ele abaixa a cabeça, mete o pé no p...

QUE SACO !

Imagem
A Lenda do Pocotó e a Porta Giratória Apresento-lhes a lenda: meu grande amigo Ricardo Pocotó . Um gordinho que é pura simpatia, o rei da resenha, mas que carrega consigo um... digamos... fardo anatômico de proporções épicas que o limita um bocado. Certo dia, o homem precisava cumprir seu papel de brasileiro e foi ao banco pagar um daqueles carnês atrasados. A tragédia começou logo na entrada. A porta giratória — a arqui-inimiga da humanidade — cismou com ele. Travou geral! A luz vermelha piscou, o alarme berrou. Pocotó, na maior paciência do mundo, chamou o vigilante no cantinho: — Chefe, o negócio é o seguinte: tô armado. É só a minha arma. Rapaz, mas não teve acordo! Depois de meia hora de ladainha, nem com reza braba, decreto papal ou choro o gerente liberou a entrada do homem com o trabuco. Como o juros do boleto tava correndo solto, ele não teve escolha. Fez o retorno, correu na casa de um parceiro ali perto, deixou a arma debaixo do colchão do amigo e voltou para o c...

A Ascensão e a Queda de A. Cruz no High Society

Imagem
A Ascensão e a Queda de A. Cruz no High Society A. Cruz (FICTÍCIO) não apenas entrou no clube VIP; ele invadiu o ecossistema da alta sociedade com seu corpo estilo Bob Esponja : ombros retos, cintura inexistente e uma sunga que lutava bravamente para manter a dignidade geográfica. Ele estava em todos os lugares. Jogou tênis, golfe e peteca (sim, ele levou peteca para um clube de golfe) com a energia de quem acabou de ganhar na Mega-Sena. Enquanto o Edu Guedes grelhava lagostas banhadas em manteiga de trufas, nosso querido Cruz as devorava como se fossem espetinhos de gato na rodoviária. Ele misturava Dry Martinis com uma desenvoltura que faria o James Bond parecer um amador. Ele era o rei. Ele era a capa da revista "OS CARAS" . O Incidente Diplomático no Trono de Ouro Mas o destino é cruel. A mistura de frutos do mar exóticos com coquetéis de cores neon gerou uma "revolução industrial" no abdômen quadrado de Cruz. Ele correu para o banheiro. O lugar era t...

A Saga de Zaqueu

Imagem
O Milagre da Deglutição Instantânea: A Saga de Zaqueu Zaqueu é aquele tipo de sujeito que mantém a calma até o momento em que a perde completamente. Em um dia de sol escaldante, ele e sua equipe deram um bote: 100 gramas da "erva maldita" devidamente apreendidas. No calor da emoção, o informe via rádio já saiu inflado:  "Chefia, temos aqui quase meio quilo de entorpecente!" (Afinal, no mundo de Zaqueu, o olho é uma balança que sempre arredonda para cima). O Sumiço Misterioso Chegaram à D.P. com aquela pose de dever cumprido. O suspeito foi direto para o xadrez, e a equipe ficou ali, jogando conversa fora, esperando o Inspetor. Quando o Inspetor finalmente gritou: "Tragam o material!" , o mundo de Zaqueu girou. Ele olhou para a mão de um, para o bolso do outro... e nada. A droga tinha evaporado. Passou por cinco mãos, cada um jurando pela vida da vizinha que não estava com o pacote. Zaqueu, em um lapso de honestidade trágica, admitiu: — Eu peguei. Mas o...

A Odisséia de Ricardo Pocotó: O Caçador do deserto.

Imagem
A Odisséia de Ricardo Pocotó: O Caçador do deserto. Ricardo Pocotó (FICTÍCIO) resolveu que a Terra Distante era pequena demais para o seu brilho. Queria ser o "Xerife do Atacama". Mal sabia ele que o deserto guarda segredos, e o maior deles era a sua total falta de noção. O Achado Estratégico Pocotó estava patrulhando quando avistou algo entre as dunas. Não era uma miragem. Era uma ossada, provavelmente de uma pessoa que estava desaparecida a uma semana. Em vez de isolar a área, Pocotó pensou: "Se eu chamar a perícia, os caras demoram, o sol se põe e eu perco o 'JN'. Vou agilizar o processo." No Método "Pocotó" de Logística, Sem luvas, sem saco cadavérico, mas com muita "proatividade", ele catou os restos mortais como quem recolhe latinha em final de bloco de Carnaval. Jogou tudo no porta-malas do carro da corporação, junto com o pneu estepe e um fardo de água mineral. Antes de ir para a delegacia, ligou para a TV local: — ...

Gianecchini Fidelense

Imagem
O Método Stanislavski: A Saga de Rodrigues 67 Rodrigues 67(FICTÍCIO) não era apenas um homem; ele era um conceito . Enquanto meros mortais trabalham com CLT, ele jurava de pés juntos que seu nome estava gravado no panteão do Projac. Mas, como o diabo mora nos detalhes (e o Rodrigues no interior), a verdade sobre sua "carreira artística" era um pouco mais... manual. O Papel de uma Vida Diz a lenda que, durante uma gravação épica em São Fidélis, Rodrigues não foi figurante. Ele ocupou um cargo de altíssima periculosidade e precisão biomecânica . Sua função? Toda vez que o icônico Tony Ramos sentia o chamado da natureza no meio do matagal, lá ia Rodrigues. Sua missão era técnica: após o astro se aliviar, Rodrigues entrava em cena para executar o "sacolejo final". Basicamente, ele era um Estabilizador de Apêndice Global . Se o Tony saísse de lá sem pingos na calça, o mérito era todo do talento manual do nosso herói. O Golpe do "Você Sabe Com Quem Está Fal...